Escritas

À beira Tejo

Frederico de Castro


- ao Tejo imenso, amado e bem navegado

À beira Tejo repousa uma canoa
Convertida numa caricia comprometida
Estira-se além numa maré feliz e redimida

Entre as margens do silêncio desagua
De mansinho um doce afago que inadvertido
Traveste cada sonho naufragando tão combalido

Frederico de Castro
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