Elegia da resíduo-engenharia (tic tac, rua )
mgenthbjpafa21
Hoje renovou-se a coisa
Tenho de dizer algo.
E após ouvir tantas palavras macabras,
Ameaça intrincada, casa arrombada,
Pastorear as cabras,
Nunca antes pensei
Cruzar comigo na rua,
Esquecido de uma mulher nua,
Hoje, eu reincidente, que não sei.
Sei de certeza que nunca estarei certo,
Munido de saco cheio de pão
E na carícia de pasteis
Não subsistireis.
Essa verdade aceitarei.
Nyx (e se fechou a esperança)
Styx (e lá se apagou a dança)
E os vivos também mortos
Os que cresceram tortos,
Mestres da indiferença,
Senhores da saudável doença
De não saber visitar a Provença.
Os imóveis como móveis,
Que existem na chuva de pó
No fluxo da consciência, só.
Livre de culpa
Sem querer desculpa.
Um riso incontrolável da água fria do banho,
Um desprezo de antanho,
Uma dor sem tamanho,
Um dedo a apontar para vós,
Sem respeito pelos avós
Nem vontade de desatar nós.
Hoje a persistência da demora
Fez correr a repetição da hora
E nada se soma no quociente zero
E nada se altera naquilo que espero.
Bem se vê que ao lixo que se recolhe
Maior do que eu juntei ao molhe,
Vai do peso de poemas sem penas
E de presentes alheios,
Presentes de merda para mim.
Apenas.
Hail, ó janitors in the presence, sway
Of my silky, silly, pain, again, don’t stay,
Leave without the forgotten full white trash behind.
And as the garbage truck is gone, no one to bring into my futility only.
Stars, they come and go, they come fast and slow, is looping, melodiousLY.
As I cannot be.
Só complicado, aqui e ali.
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