Medo

Medo, medo, medo...
Presente na ponta do dedo
Porque me atinges desta forma?
Evidentemente não sabes no que a minha vida se torna.

Calculo horas e minutos,
Da tristeza que me fazes sentir.
És tu... oh medo,
Que me estás a afligir.

E eu tenho medo de ter medo
Porque me restringe de viver 
E mesmo coragem tendo,
Com medo é difícil esquecer.

E tenho medo por querer viver
E querer a morte longe 
Porque mesmo a vida passando a correr
Quero viver ontem, amanhã e hoje

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