Vitrine
Danilo de Jesus
Caminhando nas jovens marcas do do meu rosto, minhas mãos caiem em abismo fatais!
Não são de distância, faca, morte, mas de antes e depois e agora e vida?!
Tanto tempo fui caindo que a vida “levou os meus vinte anos, o meu coração”
Tanto tempo fui caindo que a vida “levou os meus vinte anos, o meu coração”
As mãos seguem escrevendo está caminhada pretérita!
Mas eu em repulso, como o braço que ficou de fora do giro doce e alegre de um carrossel,
por meio da vitrine da uma loja,
tristemente reconheço e vejo que minha história fora e será negra!
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