QUE SEJA ETERNO NO TEMPO QUE SE CHAMA HOJE

Sabe quando
''um amor'' é tão importante que
a gente pode chegar a abrir mão de tantas
outras coisas?

Sabe quando
''um amor'' é puro, sincero, delicado e maduro,
a ponto de você sentir pavor de que qualquer
rancor ou mágoa possa vir a maculá-lo?

Sabe quando
''um amor'' é tudo de mais precioso
na vida a ponto de você brigar com meio mundo
só para protegê-lo?

Sabe quando
''um amor'', sim, quando veio no outono da vida,
sendo o mais forte e derradeiro?
- e que você sente

(...) que não tem mais
tempo de viver outro assim, com a impetuosidade
das marés, a delicadeza da brisa, o calor do sol
e a delicadeza do balé das estrelas?

Então, é por estas e outras
que eu luto [com unhas e dentes]
para que este amor não sofra ranhuras
e não se perca nas brumas da solidão
e do esquecimento...!

E que um dia,
aqui ou na eternidade, eu
''possa me dizer do amor que tive'',
que foi eterno no tempo que
se chama ''hoje'.
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