Estações
Roberto Martins Gomes Junior
Imenso quanto não é meu
Distante do fonema
Foram as palavras
Foram os versos
Que ela escolheu
E repete...
O motivo
Por que agradece?
Repara
Não lembro
E não continua
Para
E permanece
Companhia
Ah! sim
Queres término, seja por mim
Seja por nada, agora
Cala
É verão
Outono
O cigarro que apaga
“o fogo das coisas que são”
Sabe cantar
E conhece...
Canta suave
Menos que grave
Menos que sabe
Reconheço ou reconhece?
Se diz má
“olha o sopro do dragão”
E sente saudade
Voltou a falar
Não sei o que foi
Mas levou a sentir
Nem vou perguntar
Nem quero saber
Covarde!
Já sabe de mim
Vai chorar?
Nem vou ver
“sonhos semeando um sonho real”
Já disse
Não quero saber!
Distante do fonema
Foram as palavras
Foram os versos
Que ela escolheu
E repete...
O motivo
Por que agradece?
Repara
Não lembro
E não continua
Para
E permanece
Companhia
Ah! sim
Queres término, seja por mim
Seja por nada, agora
Cala
É verão
Outono
O cigarro que apaga
“o fogo das coisas que são”
Sabe cantar
E conhece...
Canta suave
Menos que grave
Menos que sabe
Reconheço ou reconhece?
Se diz má
“olha o sopro do dragão”
E sente saudade
Voltou a falar
Não sei o que foi
Mas levou a sentir
Nem vou perguntar
Nem quero saber
Covarde!
Já sabe de mim
Vai chorar?
Nem vou ver
“sonhos semeando um sonho real”
Já disse
Não quero saber!
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