Escritas

O templo da mente

Alma e Gort
O templo da minha doce vida
Guardadas memórias tão reais.
Desfrutei nos anos alguns ideais
Aqui e ali em sombras perdidas

O amor em insatisfeita intenção
Viveu em paixões belas e findas
Deixando gostos e marcas ainda
Fazendo altares no meu coração.

Ficou para trás todo um destino
Frágeis enredos e meus desatinos
Passados que não retornam mais.

Adornando o templo da mente
Guardadas e eternas infinitamente
Aqui e agora repousam em paz
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