O dilema do querer
natthanaelaquino
O querer
Talvez seja tudo
Ou até mesmo nada
Talvez a porta do céu
Quem sabe a boca do inferno
E entre os fluidos da existência
O enigma do destino
Desperta a inquietude das mentes
O poder
Talvez esteja logo a frente
Talvez já exista
Ou nem exista
Mas de que vale viver
Quebrando a harmonia dos chacras
Quando o pulso central deveria indicar
Aonde nós levaremos o vento?
E entre pálidos sacrifícios racionais
O dom de sentir vai a nocaute
Com aplausos externos inválidos
Cegos ao brilho da essência
E o globo mental se enche
De tecidos ocos de verdade
De sentidos pobres de sentido.
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