Vitíma culpada

Minhas ações são sua arma, bem apontada em minha direção
sem reação, o julgamento é falho mas é clara a razão
vitíma culpada sem se envolver, me deixaram de lado quando deveriam me escolher
escutei destravou sem se conter, por mim eu contaria as balas mas as minhas ações sempre vão dizer.
Destravada, rajada, minha cara esfacelada 
dor completamente mostrada
alma exala cansaço, na necessidade do abraço
mas sem passos, sem mais braços, neste mundo ofuscado
que se não souberes viver, a dor é o único resultado
a dor conforta com cor, vermelho sangue amor
eu te amo mas você me deixou
tentou me criar mas eu sou criador
o universo compreendeu, pergunta o doutor
as vezes o mundo confude mas sempre sei meu valor
atitude mude se o mundo não tiver cor, só não se perca por favor
e me proucure sabendo onde estou, de tudo que sobrou 
de tudo que restou 
e desse ultimo julgamento, eu me ausento, não tenho culpa e nenhum outro tipo de argumento
se eu disser, falaram que invento, só porque escrevo a algum tempo
eles tem razão invento mas é contradição 
porque oque faz eles lerem é experiência da emoção
agora se diverte sendo real ou não
minhas palavras te converte e tudo se inverte
que o julgamente te teste, eu me retiro
mantenho o ar limpo que respiro
e quando me viro
sorrio por estar contigo
depois de tanto sentir falta de abrigo.

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