Escritas

O corcel e o ginete

Aristóteles
O corcel negro

Um corcel na noite escura vaga
Tempestade treme esconde a lua
Vai trotando apressado pelas ruas
Sobe os montes levando sua saga

Ao dorso leva um ginete molhado
O seu grito ressoa sua desventura
E Relincha feroz na noite escura
Estou nele ou sonho acordado

Enquanto passa nuvens escuras
O corcel corre e pula nas alturas
O negro corcel segue altaneiro

Como o céu assiste seu enredo
Este corcel escuro sem sossego
Montando no corcel seu cavaleiro
Alma Gort
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