Gingando pela noite

O corpo da noite esculpido num eco
Abismado beberica cada gomo de luz colhido
E santificado num bruá majestoso e sofisticado
Escasso é este silêncio quase hagiológico deixando
Um halo de esperança iluminar e desabar nesta oração
Fanática peregrinando pelo altar da vida mais fleumática
Frederico de Castro