EUFORIA
Fernando Cartago
Tantas maneiras de viver e sem saber
Trotamos para os mesmos caminhos
Cada dia uma nova filosofia, uma gostosa sinfonia
Que aproximam sentimentos cheios de euforia,
Nesta turbulência, corremos de um lado para o outro,
Entregamo-nos, perdidos nesta magia,
Na qual acreditamos ser algo muito importante
Que carregamos desde o nascimento.
Somos ensinados a vivermos cheios de esperança,
Com esta força que arrasta, arrebata e nos mata,
Deixando um gosto amargo na boca, olhos lagrimejando e,
Quase entorpecidos, acreditamos que é possível amar,
Nesta quase insana vontade de rir, de chorar...
Jogamos tudo para o ar, e entregamos todos os nossos desejos
e vontades,
Sem saber como fazer e pra que fazer, porque estamos
perdidos em uma ideia.
Sem sabermos, seguimos em frente e voltamos,
Temos pavor e neste horror, sentimos o fogo aquecer,
A cabeça girar e quase o mundo parar, o nosso mundo
De coisas imperfeitas, postas para que sobrevivamos
Neste doido ciclo que pode construir ou destruir o ser
humano
Que acredita que amar, é o amor vulnerável
Com suas imperfeições e perfeições, de viver
Mantendo a consciência nua e crua, de não morrer sem sofrer.
Fernando Cartago
Trotamos para os mesmos caminhos
Cada dia uma nova filosofia, uma gostosa sinfonia
Que aproximam sentimentos cheios de euforia,
Nesta turbulência, corremos de um lado para o outro,
Entregamo-nos, perdidos nesta magia,
Na qual acreditamos ser algo muito importante
Que carregamos desde o nascimento.
Somos ensinados a vivermos cheios de esperança,
Com esta força que arrasta, arrebata e nos mata,
Deixando um gosto amargo na boca, olhos lagrimejando e,
Quase entorpecidos, acreditamos que é possível amar,
Nesta quase insana vontade de rir, de chorar...
Jogamos tudo para o ar, e entregamos todos os nossos desejos
e vontades,
Sem saber como fazer e pra que fazer, porque estamos
perdidos em uma ideia.
Sem sabermos, seguimos em frente e voltamos,
Temos pavor e neste horror, sentimos o fogo aquecer,
A cabeça girar e quase o mundo parar, o nosso mundo
De coisas imperfeitas, postas para que sobrevivamos
Neste doido ciclo que pode construir ou destruir o ser
humano
Que acredita que amar, é o amor vulnerável
Com suas imperfeições e perfeições, de viver
Mantendo a consciência nua e crua, de não morrer sem sofrer.
Fernando Cartago
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