DOENTE DE AMOR
Cedric Constance
Quisera eu, possuir um par de asas albugíneas,
Para desembestar-me, rumo onde tu estejas...
Afligem-me estas distâncias, tão longilíneas,
Impedindo-me de ofertar o amor que desejas.
Sucumbo em prantos... Uma chaga a sangrar,
Uma moléstia que me toma por completo...
Corpo em febre... Anseia por tua boca, beijar,
E curar a minha dor, com teu sincero afeto.
Meus olhos não sabem ver o mundo externo,
São cegos para os outros... Só querem te olhar,
Na ânsia de contemplar o teu olhar tão terno.
Sabes bem, que por toda a minha existência,
Com o coração paciente, eu hei de te esperar,
Até o dia, que teu amor findar essa penitência.
- Cedric Constance
Para desembestar-me, rumo onde tu estejas...
Afligem-me estas distâncias, tão longilíneas,
Impedindo-me de ofertar o amor que desejas.
Sucumbo em prantos... Uma chaga a sangrar,
Uma moléstia que me toma por completo...
Corpo em febre... Anseia por tua boca, beijar,
E curar a minha dor, com teu sincero afeto.
Meus olhos não sabem ver o mundo externo,
São cegos para os outros... Só querem te olhar,
Na ânsia de contemplar o teu olhar tão terno.
Sabes bem, que por toda a minha existência,
Com o coração paciente, eu hei de te esperar,
Até o dia, que teu amor findar essa penitência.
- Cedric Constance
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