Amargo não belo
cafofo
Trouxeste flores, flores murchas, flores de dores,
Por quão doloroso que fosse esse amor, tinha a beleza das flores,
Segurei-me em ti,
Escalei-me nos teus degraus de espinhos,
Pra observa do topo e só ver dores,
Perdoei esse amor, perdoei primeiro a mim, por ter que te perdoa pra não te perde,
Dei em tuas mãos uma segunda chance,
Quando a mim mesma ja tinha dado centenas pra não te perde,
Esse amor trouxe-me chocolates amargos, amargos igualzinho esse amor,
No final doce, depois de desce rasgando-me a garganta um toque doce,
Traistes, jogastes baixo, fosses frio,
Recebi avisos de quem um dia iria quebrar a cara,
Nem sequer quis acreditar,
Não acredito,
Fiz de ti, não de ti não, fiz desse teu amor miserável uma moleta,
Percebi que estavas sempre a minha frente, fiz de ti minha base,
Ao me dar contar não tinha nem um membro,
Estava jogada rastejando em teus pés,
Alguns amigos me abriram os olhos,
Estava cega,
Minha mãe, pobre mainha, me falou,
Estava despeça,
E eu, eu não falava por medo,
Medo de perde, quem nunca teve medo,
Dei-me conta que transformei o amor no cego, surdo e mudo,
Esse amor trouxe-me abraços
Trouxe-me medos,
Sequer chorava pra não incomodar,
Estamos bem,
Estou porque, me agarro nele,
Ele está porque ele sequer sente um bucadinho das minhas dores,
Olho nos céus suplico e me pergunto porque danado me permito viver isso,
Ele diz que vai embora, eu choro,
Poderia está rindo, seria um alívio ele ir,
Num aguento, não sinto amores só sinto dores,
E esse amor é uma rosa,
Um chocolate amargo,
Ruim, mas quero acreditar que é lindo e doce,
Céus eu não tenho forças pra me soltar,
Essas migalhas me matam e eu ainda tô aqui,
Vou me liberta dessas amarras,
Jogar essa moleta,
Joga o seu amor, te faltou amor, te faltou saber amar.
Por quão doloroso que fosse esse amor, tinha a beleza das flores,
Segurei-me em ti,
Escalei-me nos teus degraus de espinhos,
Pra observa do topo e só ver dores,
Perdoei esse amor, perdoei primeiro a mim, por ter que te perdoa pra não te perde,
Dei em tuas mãos uma segunda chance,
Quando a mim mesma ja tinha dado centenas pra não te perde,
Esse amor trouxe-me chocolates amargos, amargos igualzinho esse amor,
No final doce, depois de desce rasgando-me a garganta um toque doce,
Traistes, jogastes baixo, fosses frio,
Recebi avisos de quem um dia iria quebrar a cara,
Nem sequer quis acreditar,
Não acredito,
Fiz de ti, não de ti não, fiz desse teu amor miserável uma moleta,
Percebi que estavas sempre a minha frente, fiz de ti minha base,
Ao me dar contar não tinha nem um membro,
Estava jogada rastejando em teus pés,
Alguns amigos me abriram os olhos,
Estava cega,
Minha mãe, pobre mainha, me falou,
Estava despeça,
E eu, eu não falava por medo,
Medo de perde, quem nunca teve medo,
Dei-me conta que transformei o amor no cego, surdo e mudo,
Esse amor trouxe-me abraços
Trouxe-me medos,
Sequer chorava pra não incomodar,
Estamos bem,
Estou porque, me agarro nele,
Ele está porque ele sequer sente um bucadinho das minhas dores,
Olho nos céus suplico e me pergunto porque danado me permito viver isso,
Ele diz que vai embora, eu choro,
Poderia está rindo, seria um alívio ele ir,
Num aguento, não sinto amores só sinto dores,
E esse amor é uma rosa,
Um chocolate amargo,
Ruim, mas quero acreditar que é lindo e doce,
Céus eu não tenho forças pra me soltar,
Essas migalhas me matam e eu ainda tô aqui,
Vou me liberta dessas amarras,
Jogar essa moleta,
Joga o seu amor, te faltou amor, te faltou saber amar.
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