Sujo

O desejo impera onde a morte é fúnebre
A dúvida será a primavera de alice
A crise não aparece para Santos e Justiceiros
O que houve entre nós
Eu não me responsabilizo pelo futuro
Pois estou sem palavras ao presente de mim mesmo


De onde venho
Aonde habito

O que o Destino nós reserva?
E a morte não despreza
O prazer é não viver para sempre!

Mas enquanto eu existir
Viverei como se fosse para sempre

A sinfonia da destruição
Metrópoles do quarto 9 do subúrbio do universo
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