O MISTÉRIO DE ANA!

... quando ela chegou,
olhamo-nos e logo senti que algo imediato
e  inédito se me apoderava,
 
então, surpreende-me indagando
por que eu me demorava com os olhos
em seus seios apontando debaixo
da blusa,
 
e me perguntou
se eu, o menino dos seus sonhos,
não gostaria de brincar
com ela:
 
irresistivelmente,
não só brinquei, mas também amei,
dancei, beijei, trepei
 
e, depois que ela se foi,
solitamente me morri aqui!
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