Desamor

O teu corpo pálido,
junto ao meu.
Ambos congelados,
nesse invernal breu.

Presos em um amor frio,
infelizes, 
confinados a este pacto sombrio.

Seguimos juntos no escuro,
sem caminho, nem rumo.
Os malditos amantes;
sem amor,
avançam delirantes.
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