O ETERNO SILÊNCIO DE ANA!

Eu conheço meu céu,
é cinza, sempre foi cinza,
 
eu conheço minha carne,
sempre antropofagicamente
faminta,
 
eu conheço minhas noites,
são inundadas de sombras
de frios;
 
mesmo assim,
por sentimento que em mim
se solidificou,
 
eu tentei te amar
do jeito que tu querias, conseguindo
apenas deitar em ti um rastro
de lágrimas frias!
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