Uma Professora e seu Aluno
Certa professora e seu certo aluno,viam-se e reviam-se,em sala-de-aula,uma vez por semana,em todas as semanas do mês,junto com outros alunos.
E este,seu aluno,especificamente,a admirava,com seus olhos de uma forma indescritível.
Ele a amava,ele estava apaixonado por sua professora secretamente,ninguém sabia disso,muito menos,ela própria e mesmo assim,caso,se ela soubesse,não se sabe,ao certo,de sua parte,se a mesma poderia retribuir esse seu tamanho amor estudantil.
Ele sabia que ela falava:Inglês,Espanhol,inclusive,o nosso Português,é óbvio!
Ela tinha 31 anos de idade,mas, parecia ter 25 ,com seu rosto e corpo de princesa,ela era lindíssima,formosíssima,chamava-se:''Ana Terra''.
Ela também tinha uma tatuagem no seu pé direito,ela já havia ido aos Estados Unidos da América em Nova York com sua mãe e irmã.
Enfim,ele procurava saber de tudo sobre ela,tim tim por tim tim,detalhadamente,a respeito de tudo que ela falava,ele procurava saber e decorar em sua cabeça atentamente,porque ele estava interessado por sua pessoa de corpo e alma.
Mas só que,ele não sabia,como aproximar-se dela,afinal de contas,ela era sua professora.
O que ele perguntaria a ela?Assim que todos os demais alunos,saíssem da sala-de-aula.
Professora!Você têm namorado?
Essa seria uma pergunta,um tanto quanto ousada,talvez,feita por um aluno à sua professora.Assim imaginava ele.
E ela poderia lhe responder,isso não lhe diz respeito,com toda sua razão,porque,ela estava ali em sala-de-aula para poder lecionar e esclarecer possíveis dúvidas relacionadas à sua disciplina e não sobre sua vida pessoal,íntima.
No entanto,ele não conseguiu resistir a tentação da oportunidade e este,resolveu lhe perguntar,algo à respeito.
E lá foi ele,numa certa ocasião propícia e então,lhe perguntou,no fim de uma de suas aulas,quando todos os outros alunos,já haviam saído da sala-de-aula.
E estavam,eles dois,ali,à sós.
Sua pergunta,foi da seguinte maneira:''Com sua licensa,Professora!
Esta,lhe respondeu:Pois não?
Ele continuou dizendo:Eu poderia saber,se você está solteira?
Ela,então,surpreendeu-se com sua pergunta inesperada e logo em seguida disso,lhe respondeu:
''Eu deixarei você descobrir por si só!''
Dito isto, por ela,ele já sabia que naquele certo dia,à noite,ela iria embora para o seu apartamento ,no mesmo horário de saída de seus alunos.
E ele,despediu-se,da mesma,respeitosamente,com um beijo no rosto,porque, ela ainda era sua Professora Universitária e não sua namorada,assim como ele almejava.
E ela,acabou deixando-lhe esse seu mistério no ar e por outro lado,ele tinha ficado enlouquecidamente interessado para que assim pudesse desvendar esse seu mistério,ou seja,o mistério sobre a vida particular de sua professora de:''Morfossíntaxe da Língua Portuguesa''.
Naquela mesma noite,esse seu certo aluno, ele foi se deitar,encostando sua cabeça curiosa no travesseiro,só pensando assim,da seguinte maneira:''Será que a professora está sozinha?
Pois é isso que eu vou tentar descobrir por mim mesmo!Pode deixar!
Ou eu não me chamo:Fulano de Tal! Disse convicto ele!
Isso era a única coisa que ele ainda não sabia sobre sua professora,porque,sua amada e desejada:''Aninha''.
Assim como ele passou a chamá-la mentalmente,não deixara-se saber nada a esse respeito,desde então.
Autor: Wilhans Lima Mickosz
E este,seu aluno,especificamente,a admirava,com seus olhos de uma forma indescritível.
Ele a amava,ele estava apaixonado por sua professora secretamente,ninguém sabia disso,muito menos,ela própria e mesmo assim,caso,se ela soubesse,não se sabe,ao certo,de sua parte,se a mesma poderia retribuir esse seu tamanho amor estudantil.
Ele sabia que ela falava:Inglês,Espanhol,inclusive,o nosso Português,é óbvio!
Ela tinha 31 anos de idade,mas, parecia ter 25 ,com seu rosto e corpo de princesa,ela era lindíssima,formosíssima,chamava-se:''Ana Terra''.
Ela também tinha uma tatuagem no seu pé direito,ela já havia ido aos Estados Unidos da América em Nova York com sua mãe e irmã.
Enfim,ele procurava saber de tudo sobre ela,tim tim por tim tim,detalhadamente,a respeito de tudo que ela falava,ele procurava saber e decorar em sua cabeça atentamente,porque ele estava interessado por sua pessoa de corpo e alma.
Mas só que,ele não sabia,como aproximar-se dela,afinal de contas,ela era sua professora.
O que ele perguntaria a ela?Assim que todos os demais alunos,saíssem da sala-de-aula.
Professora!Você têm namorado?
Essa seria uma pergunta,um tanto quanto ousada,talvez,feita por um aluno à sua professora.Assim imaginava ele.
E ela poderia lhe responder,isso não lhe diz respeito,com toda sua razão,porque,ela estava ali em sala-de-aula para poder lecionar e esclarecer possíveis dúvidas relacionadas à sua disciplina e não sobre sua vida pessoal,íntima.
No entanto,ele não conseguiu resistir a tentação da oportunidade e este,resolveu lhe perguntar,algo à respeito.
E lá foi ele,numa certa ocasião propícia e então,lhe perguntou,no fim de uma de suas aulas,quando todos os outros alunos,já haviam saído da sala-de-aula.
E estavam,eles dois,ali,à sós.
Sua pergunta,foi da seguinte maneira:''Com sua licensa,Professora!
Esta,lhe respondeu:Pois não?
Ele continuou dizendo:Eu poderia saber,se você está solteira?
Ela,então,surpreendeu-se com sua pergunta inesperada e logo em seguida disso,lhe respondeu:
''Eu deixarei você descobrir por si só!''
Dito isto, por ela,ele já sabia que naquele certo dia,à noite,ela iria embora para o seu apartamento ,no mesmo horário de saída de seus alunos.
E ele,despediu-se,da mesma,respeitosamente,com um beijo no rosto,porque, ela ainda era sua Professora Universitária e não sua namorada,assim como ele almejava.
E ela,acabou deixando-lhe esse seu mistério no ar e por outro lado,ele tinha ficado enlouquecidamente interessado para que assim pudesse desvendar esse seu mistério,ou seja,o mistério sobre a vida particular de sua professora de:''Morfossíntaxe da Língua Portuguesa''.
Naquela mesma noite,esse seu certo aluno, ele foi se deitar,encostando sua cabeça curiosa no travesseiro,só pensando assim,da seguinte maneira:''Será que a professora está sozinha?
Pois é isso que eu vou tentar descobrir por mim mesmo!Pode deixar!
Ou eu não me chamo:Fulano de Tal! Disse convicto ele!
Isso era a única coisa que ele ainda não sabia sobre sua professora,porque,sua amada e desejada:''Aninha''.
Assim como ele passou a chamá-la mentalmente,não deixara-se saber nada a esse respeito,desde então.
Autor: Wilhans Lima Mickosz
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