Um gramático perfeccionista

Ele era um gramático que era um tanto quanto perfeccionista,ele não admitia inadequações de gramática nem de si mesmo nem dos outros.

Ele mesmo se corrigia,o tempo todo,frequentemente,tanto na fala quanto na escrita e ele também corrigia as demais pessoas do seu convívio no dia-a-dia.

Sua vida era tudo,conforme, a gramática normativa que é a gramática que visa a norma entre o modo adequado e inadequado de se escrever e de se falar numa língua,nesse caso, a gramática normativa da nossa Língua Portuguesa em questão.

Ele era um intelectual,tinha muitos diplomas à respeito de seu formação acadêmica,mas o que,o deixava, de certo modo, nervoso ou incorformado era quando,alguém,aparentemente ignorante, cometia algum uso inadequado de gramática perto de si.

Ele,imediatamente,corrigia,quem quer que fosse,e se,por acaso,alguém lhe dissesse ,quem  você pensa que é para querer vir me corrigir?

Ele,logo ,respondia,eu sou um gramático impecável que não admito palavras agramáticais,tudo que não for gramática,  aborrece-me profundamente, de tal maneira que você jamais me entenderá, nem sequer mesmo:'' Ferdinand Saussure,me entenderia,o que eu passo, dentro do meu coração,sobre querer fazer com que as pessoas,aprendam a falar e a escrever adequadamente,respeitando o idioma de:'' Luís Vaz de Camões''.

Porque,para os gramáticos, assim como eu,é de suma importância respeitar o que é certo.

É por isso,cá estou eu,para poder ensinar a quem queira aprender, o que deve ser escrito ou dito,conforme, o uso do Português na norma Padrão.

Quer queiram ou não.

Dito isto,o gramático perfeccionista que,naquele momento estava ali de conversação com um transeunte na calçada do bairro, ele,então,despediu-se do mesmo e foi, recolher-se ,em direção à sua casa.

Para poder ir dormir um pouco,depois de um dia deveras cansativo de trabalho na faculdade,onde,este lecionava, sobre tudo,o que já aprendera,em tempos antigos da época em que fizera seu curso na faculdade de Letras.

Um curso do qual ele admirava demais,porém,sabia ele que teria que morrer,sabendo que não seria nada fácil  adotar essa sua medida de gramático perfeccionista.

Enfim e assim,termina aqui esse conto sobre: Um Gramático Perfeccionista que não admitia imperfeições gramaticais,porque sua gramática era,digamos assim, definitivamente perfeita em detalhes.

Autor: Wilhans Lima Mickosz
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