POEMA TRISTE DE AMOR
Isabel Morais Ribeiro Fonseca
Poema triste de amor, por tantos
Mares navegados, numa profunda ilusão
Passado que brota vida, num futuro sem razão
Que nasce no chão e deixou-se levar
De coerente riso ou de coração quente
Pelos dedos caminham ou perdem-se no tempo
Num destino de alguém entre novos passos
Na covardia do homem de um olhar ao relento
Num desejo silencioso nas águas de penas
Entre o rio e o mar gaivotas que voam
Nas palavras escritas num triste poema
Ou não de um grande amor.
Mares navegados, numa profunda ilusão
Passado que brota vida, num futuro sem razão
Que nasce no chão e deixou-se levar
De coerente riso ou de coração quente
Pelos dedos caminham ou perdem-se no tempo
Num destino de alguém entre novos passos
Na covardia do homem de um olhar ao relento
Num desejo silencioso nas águas de penas
Entre o rio e o mar gaivotas que voam
Nas palavras escritas num triste poema
Ou não de um grande amor.
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