Mentira, não é
Heinrick
Só queria escrever mentiras ao invés de poema
Dizer que sou protagonista do meu próprio cinema
Do MEU cinema cruel
Mas outras pessoas fazem esse papel
Não quero dormir
Quero ver o meu dedo cair,
A tinta me consumir
O papel me sufocar e meu sangue fugir
Na variável da vida
Aprendi que a morte é a constante
Dê o máximo que tem na corrida
E o último suspiro sempre será no próximo instante
Sinta como se fosse a última linha
Escreva como se fosse a última folha
Leia como se não fosse minha
E estoure tua própria bolha
Brigarmos com ela como se fosse nossa final peleja
Leia como se fosse uma última poesia,
eu leria,
porque talvez seja
Dizer que sou protagonista do meu próprio cinema
Do MEU cinema cruel
Mas outras pessoas fazem esse papel
Não quero dormir
Quero ver o meu dedo cair,
A tinta me consumir
O papel me sufocar e meu sangue fugir
Na variável da vida
Aprendi que a morte é a constante
Dê o máximo que tem na corrida
E o último suspiro sempre será no próximo instante
Sinta como se fosse a última linha
Escreva como se fosse a última folha
Leia como se não fosse minha
E estoure tua própria bolha
Brigarmos com ela como se fosse nossa final peleja
Leia como se fosse uma última poesia,
eu leria,
porque talvez seja
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