Escritas

COTIDIANO

Paulo Sérgio Rosseto
Quase não tenho tempo para
Ouvir teus planos e
Já não tens paciência para
Escutar as minhas lamúrias

Confidenciamos com os
Mais distantes desejos que nos procuram
Buscamos soluções às
Propostas mais imponderáveis porém
Nos furtamos em proferir as
Palavras doces que desejamos ouvir

Ainda temos traçado nas veias os
Sinais das vias da gentileza e
A grandeza da consciência do
Que necessitamos interagir

Somos generosos e
Mansos personagens do
Absorto cotidiano

Falta-nos tempo – esse
Limado grão intransponível da
Soma de todas as
Horas
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