Quando eu me for.
Antonio Danilo Herculles
1 min min de leitura
No dia que eu me for, quero apenas descobrir que não mais volto..
Quero aleatoriamente partir, entendendo o que não quer ser compreendido
E de braços abertos ao fim da minha cisão no mundo, ou do recomeço dela mesma,
Essa tal vida que escapole entre todos os dedos, também me deseja vivo, para vir-vê-la?
Sou também os desejos dos que me desejam, e essa tal lembrança que nos é essencial, me parece instintivação.
Seja como for a multiplicidade que me sucede, seja qual for a sina que determina a minha passagem terrestre,
Permaneço até descobrir qual ilusão há porvir...
Quero aleatoriamente partir, entendendo o que não quer ser compreendido
E de braços abertos ao fim da minha cisão no mundo, ou do recomeço dela mesma,
Essa tal vida que escapole entre todos os dedos, também me deseja vivo, para vir-vê-la?
Sou também os desejos dos que me desejam, e essa tal lembrança que nos é essencial, me parece instintivação.
Seja como for a multiplicidade que me sucede, seja qual for a sina que determina a minha passagem terrestre,
Permaneço até descobrir qual ilusão há porvir...
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