Escritas

OS INFORTÚNIOS DO PENSAR

150159
Não há o que entender......só aceitar....

Não há o que questionar.....deixar falar....

 

Em espaços absolutos e profundos da alma,

Sinto, mas não vejo o silêncio, _______

Caminhos oriundos, tempo parado no tempo

Pensar ou não pensar, chorar e chorar,

 

[ eis que a amarga situação, espalha-se pelo tempo e

 

 

 Pelos dias; os 365 ]

Perdidos de infortúnio e abismos constantes,

Ventos inebriantes, loucuras alucinantes.

Dias sombrios, as noites iluminadas,

No extermínio de cada gota lacrimejada, responde os olhos _____ as lágrimas

 

[ pensantes], corpo flamejante, a loucura marcada ]

 

Penso por um instante, nada mais que isso,

Sintomas angustiantes, comportamentos cansantes

Coração atrasado e incapacitado,

Por ora é isso----

Na relva distante e ordenada, aí está,

A alma deslavada,

O intenso silêncio, abandono os próprios ébanos,

Me encontro com intoleráveis massacres

                          [ espinhos, choro e sangue]

É aí que desfalece a alma fraca,

Com estúpidas e grossas palavras e alívio constante da dor

 , Quereis ver, mas não entendereis, sem entender nada dessas palavras......