EMBRIAGADO

ERIMAR LOPES
ERIMAR LOPES
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Quando o vinho cai na taça e a enche de graça,
Os olhos ávidos, a boca seca, o espirito sedento,

A viagem corpo adentro, em instantes euforia,
Repetidas doses, esforçando-te na sobriedade a cabeça cambaleia,

Calor, torpor, tudo em descompasso, letargia,
Embriagado, não somente vinho, mas todo álcool tragado,

Carregado, vomitado, depressivo, enojado, e enjoado,
Devaneios são realidades, às vezes choros ou alegria,

Na noite deste dia tudo ficou perdido, aturdido,
Seria muito proveitoso suportar o desejo e não ter bebido.

A vontade de esquecer o que não pode ser esquecido,
Se a mente momentaneamente perde os sentidos.
Amnésia alcoólica caso tão sabido, das desculpas pelos escândalos cometidos.
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