SEI MINHA MÃE
ERIMAR LOPES
Sei minha mãe que nenhum de nós fomos
Agraciados com as blandícias desta vida,
Pois todos tivemos que aceitar os açoites,
Desde a meninice a penúria dolorida.
Sei minha mãe que a humildade temos,
Que à simplicidade sempre recorremos.
Nos ensinaste e hoje a cremos,
Pois dela nos fizeste homens, mulheres,
E ataviada em nós confiantes vivemos.
Minha mãe sabemos, que tudo sofremos,
E não desanimamos, o tronco erguemos,
Com forças lutamos e vitórias alcançamos,
Derrotas tivemos, batalhas perdemos
Nas guerras que travamos, mas ninguém,
Nenhum de nós se foi, todos expectamos
O inviolável e insondável poder do bem.
Agraciados com as blandícias desta vida,
Pois todos tivemos que aceitar os açoites,
Desde a meninice a penúria dolorida.
Sei minha mãe que a humildade temos,
Que à simplicidade sempre recorremos.
Nos ensinaste e hoje a cremos,
Pois dela nos fizeste homens, mulheres,
E ataviada em nós confiantes vivemos.
Minha mãe sabemos, que tudo sofremos,
E não desanimamos, o tronco erguemos,
Com forças lutamos e vitórias alcançamos,
Derrotas tivemos, batalhas perdemos
Nas guerras que travamos, mas ninguém,
Nenhum de nós se foi, todos expectamos
O inviolável e insondável poder do bem.
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