A morte está à espreita
A morte está à espreita
A contagem é feita
O destino é incinerado
Temporário, efémero
Corrompido por falsos Deuses,
Ilusões, sonhos, pensamentos
Que axioma este
Devaneios, noites de lua cheia acompanhadas de desespero
O Ser é feito de antíteses e antinomias
Somos prosa e somos verso
Somos tudo e somos nada
Somos desespero e angústia
Depressões e medicamentos
Melancólicos e tristes
Pedras da calçada lavadas pela chuva e logo a seguir pisadas
Desprezados pela sociedade e corrompidos à mínima coisa
Fracos e impotentes
Submissos ao Destino, Submissos ao Sistema
A contagem é feita
O destino é incinerado
Temporário, efémero
Corrompido por falsos Deuses,
Ilusões, sonhos, pensamentos
Que axioma este
Devaneios, noites de lua cheia acompanhadas de desespero
O Ser é feito de antíteses e antinomias
Somos prosa e somos verso
Somos tudo e somos nada
Somos desespero e angústia
Depressões e medicamentos
Melancólicos e tristes
Pedras da calçada lavadas pela chuva e logo a seguir pisadas
Desprezados pela sociedade e corrompidos à mínima coisa
Fracos e impotentes
Submissos ao Destino, Submissos ao Sistema
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