Forças da Afeição (soneto)
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Forças da Afeição
De vis amores tenho a alma consumida
Contingência de dedução de razões
Que exsurgem na mente tão sofrida
Olhando a fria noite, sem opções
De tantos amores o que me resta agora
Senão desilusão, descontentamento
Por ter experimentado, o que foi bom, piora
Ante a solidão, aumenta o meu tormento
Quem não sofre, sem o mal de si ausente
Por mais rara que seja tal ironia
Nunca saberá o que minha alma sente
No sentir noutro amor, noutra esperança
O doce tempo que a saudade faz lembrança
Hoje caduco, débil, cheio de agonia.
São Paulo, 08/05/2005 (data da criação)
Armando A. C. Garcia
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http://brisadapoesia.blogspot.com
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Direitos autorais registrados
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De vis amores tenho a alma consumida
Contingência de dedução de razões
Que exsurgem na mente tão sofrida
Olhando a fria noite, sem opções
De tantos amores o que me resta agora
Senão desilusão, descontentamento
Por ter experimentado, o que foi bom, piora
Ante a solidão, aumenta o meu tormento
Quem não sofre, sem o mal de si ausente
Por mais rara que seja tal ironia
Nunca saberá o que minha alma sente
No sentir noutro amor, noutra esperança
O doce tempo que a saudade faz lembrança
Hoje caduco, débil, cheio de agonia.
São Paulo, 08/05/2005 (data da criação)
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