TREM DA VIDA
ERIMAR LOPES
O trem da vida partiu daquela estação, carregado de jazidas e tristezas na ferrovia da contramão.
Em cada parada em cada estação descarrega um pouco dos seus mantimentos, alegrando almas, entristecendo almas, exaltações e desalentos.
Em cada parada em cada estação, vai ficando livre dos seus fardos, sejam eles leves ou pesados, se riqueza ou falta de bem no decorrer das jornadas espaçosas ou estreitadas, mesmo com liberdade nem tudo convém.
Na longura dos caminhos muitos anos se foram, o trem da vida ainda parte, mas não como era antes, destarte já está cansado e desgastado de tantos amores e amantes, que levaram as suas riquezas e tristezas de formas irrelevantes.
Descuidado descarrilhou-se e não partirá nem chegara à outra estação, as suas cargas já não servem mais, sem preço, sem valorização, ficará esquecido, talvez seja enaltecido se outrora haja semeado e cultivado frutos para uma nova geração.
Erimar Lopes.
Em cada parada em cada estação descarrega um pouco dos seus mantimentos, alegrando almas, entristecendo almas, exaltações e desalentos.
Em cada parada em cada estação, vai ficando livre dos seus fardos, sejam eles leves ou pesados, se riqueza ou falta de bem no decorrer das jornadas espaçosas ou estreitadas, mesmo com liberdade nem tudo convém.
Na longura dos caminhos muitos anos se foram, o trem da vida ainda parte, mas não como era antes, destarte já está cansado e desgastado de tantos amores e amantes, que levaram as suas riquezas e tristezas de formas irrelevantes.
Descuidado descarrilhou-se e não partirá nem chegara à outra estação, as suas cargas já não servem mais, sem preço, sem valorização, ficará esquecido, talvez seja enaltecido se outrora haja semeado e cultivado frutos para uma nova geração.
Erimar Lopes.
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