VOU TE UNGIR DE POEMAS!

Abro os braços
esperando para te abraçar,

como depois
daquelas brumas que nos separavam
se abrandavam e dava para
nos vermos nus,

imagino-me
ser p gvento de teus meigos
e femininíssimos movimentos,
acariciando como uma brisa faminta
e sedenta;

ninguém entende nada,
agora que não mais estás aqui
e eu ainda a te esperar de braços
e de asas abertas:

eles não sabem interpreter
o oco rumo do amor que predomina
até sobre a fria morte!
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