palavras perdidas...
natalia nuno
Perdem-se as palavras, sem objectivo
Como folhas caídas em dia de vento
Perdem-se timídas, sem lenitivo
E ficam perdidas na vida sem tento
È às vezes, não chegam para dizermos
Da imensidão do nosso querer
Outras saem da boca sem querermos
E dizem o que nos vai na alma, sem temer.
Difícil é encontrar as palavras certas
Para exaltar adormecidos sentimentos
Perdem-se em silêncios, em linhas desertas,
Desvanecem, entristecem de tantos lamentos.
São elas beleza, quem escreve não sonha, nem sabe!?
Acha sempre a última mais bela que a primeira!?
Quando esta é como o botão que se abre
Que o Sol sorrindo leva na dianteira.
Tanta palavra perdida e o poeta ao lado!?
Perdido também ele na sua canseira!?
Nem sabe se lembre... ou esqueça o passado.
rosafogo
Leia mais: https://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=101138 © Luso-Poemas
Como folhas caídas em dia de vento
Perdem-se timídas, sem lenitivo
E ficam perdidas na vida sem tento
È às vezes, não chegam para dizermos
Da imensidão do nosso querer
Outras saem da boca sem querermos
E dizem o que nos vai na alma, sem temer.
Difícil é encontrar as palavras certas
Para exaltar adormecidos sentimentos
Perdem-se em silêncios, em linhas desertas,
Desvanecem, entristecem de tantos lamentos.
São elas beleza, quem escreve não sonha, nem sabe!?
Acha sempre a última mais bela que a primeira!?
Quando esta é como o botão que se abre
Que o Sol sorrindo leva na dianteira.
Tanta palavra perdida e o poeta ao lado!?
Perdido também ele na sua canseira!?
Nem sabe se lembre... ou esqueça o passado.
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