Povo de Rua
Sem sono, sem dono, sem embaraço
Nem sei o que faço, é tanto disparate
Que me ponho à procura
Saio pelas ruas quase nua
Meus brincos soam a euforia
Bate no peito e ela gira
Um moço belo lhe sorria
Dizias trazer o encanto da noite
Cercando cada esquina
Ele toma conta da gira
Bebo o que me derem para beber
Nao me importo com o que vai acontecer
Deu meia noite, mas também deu meio dia
Gargalhada explore com o romper do dia
Vem morena de olhar sereno, na estrada
Trazendo junto dela seu Sete Gargalhada
Moço esguio, moço intenso
Traz no terno um lenço
Enxuga todo sofrimento
Em sua companhia a Mulher da Rosa
Tão formosa, ela chega dengosa
Traz o acalento para meu sofrimento
Ouço a roda da carruagem parar
Seus pés pequenos e descalços a trazem
Suas moedas de ouro pôs no meu caminho
Reluz a Estrada, abre a Porta de um Cabaré
Vejo uma bela Moça em pé
Dizias me trazer um amor
Dizias pra eu ter fé
Acreditasse que as noites de mazelas
Viraram luzes no cabaré
Dizias que em minha porta tinha sentinela
Ele era Tranca Rua De Embare
Que aqueles que me fizeram chorar
De joelhos iriam ficar
Fez se a promessa sob a luz da lua
E na chegada do dia
Eu nao acreditava, eu ria!
Pude comprovar!
Quem põe dúvida, ganha dívida
É no alto do cruzeiro
As Almas estao a aguardar...
Nem sei o que faço, é tanto disparate
Que me ponho à procura
Saio pelas ruas quase nua
Meus brincos soam a euforia
Bate no peito e ela gira
Um moço belo lhe sorria
Dizias trazer o encanto da noite
Cercando cada esquina
Ele toma conta da gira
Bebo o que me derem para beber
Nao me importo com o que vai acontecer
Deu meia noite, mas também deu meio dia
Gargalhada explore com o romper do dia
Vem morena de olhar sereno, na estrada
Trazendo junto dela seu Sete Gargalhada
Moço esguio, moço intenso
Traz no terno um lenço
Enxuga todo sofrimento
Em sua companhia a Mulher da Rosa
Tão formosa, ela chega dengosa
Traz o acalento para meu sofrimento
Ouço a roda da carruagem parar
Seus pés pequenos e descalços a trazem
Suas moedas de ouro pôs no meu caminho
Reluz a Estrada, abre a Porta de um Cabaré
Vejo uma bela Moça em pé
Dizias me trazer um amor
Dizias pra eu ter fé
Acreditasse que as noites de mazelas
Viraram luzes no cabaré
Dizias que em minha porta tinha sentinela
Ele era Tranca Rua De Embare
Que aqueles que me fizeram chorar
De joelhos iriam ficar
Fez se a promessa sob a luz da lua
E na chegada do dia
Eu nao acreditava, eu ria!
Pude comprovar!
Quem põe dúvida, ganha dívida
É no alto do cruzeiro
As Almas estao a aguardar...
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