O SILÊNCIO DO MENSAGEIRO!

As borboléticas beldades
estão voando com o selo da ostentação

e bebendo das peônias cores
de seus anjos de paus ilustrados.

Eu fico vindo aqui,
vendo o que chamam de espetáculo,
dissipando-me como
o vento

e me perdendo
na superfície estranha superfície
deste lago.

Enquanto bocas,
dedos e pernas abertas fazem
seu trabalho no silêncio de um quarto
ou de um skype,

após mais uma esportiva
e poética jornada,

eu me continuo nevoeiro
entre uma terra cheia de cores,
de dissimulações, de fantasias e de férreos
pecados!
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Comentários (1)

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Bem ...se entendi bem esta fila era de muitos filhos, que é o principio do amor. acho eu. e a pobre mulher morria de cansaço; abraços ademir.