NÃO, AMOR, TU ESTAVAS ENGANADA!

Ela disse um dia
que seria eterno, porque não havia
dois sóis iguais como os nossos
em comunhão:

pena que ela
nunca deu atenção ao que eu falava,
que a eternidade também é algo inventado
por nós humanos,

mas que deveríamos
aproveitar mais o momento,
em vez de nos ausentarmos tantos
pelos pântanos e pelas
lamas,

porque o seria não existe,
a não ser, como a mansa e fria brisa,
na ausência e na solidão!
135 Visualizações

Comentários (1)

Iniciar sessão para publicar um comentário.

Bem já que as árvores são centro do poema , deixe as pedras de lado, e que o silencio não a pertube . belo texto.