A DOR DA HORA DA MORTE
Paulo Sérgio Rosseto
1 min min de leitura
A dor mais desnecessária
É a da hora da morte
As demais ensinam a viver
Amar, proteger, buscar, crescer
Encontrar o caminho
Refletir interminavelmente.
É diferente de sofrer
Com a intensa geleira
Que revolve os porões da alma
Também não significa
Desapropriar-se do amor esvaído
Quando o coração não desapega.
A paz escala as mais altas torres
Nas sabidas valsas de adeus
E não há munição nem tecnologia
Capazes a dimensionar a inteligência
Dos peitos castigados em ebulição.
Entretanto em meio a tantas provações
Os corpos reagem às guerras diárias
E se acostumam a reinventar a ordem.
Todo o animado deve a vida
À luz da ilusão de ser eterno
Mas nunca se pode fazer quanto ao fim
Da dor da hora da morte.
É a da hora da morte
As demais ensinam a viver
Amar, proteger, buscar, crescer
Encontrar o caminho
Refletir interminavelmente.
É diferente de sofrer
Com a intensa geleira
Que revolve os porões da alma
Também não significa
Desapropriar-se do amor esvaído
Quando o coração não desapega.
A paz escala as mais altas torres
Nas sabidas valsas de adeus
E não há munição nem tecnologia
Capazes a dimensionar a inteligência
Dos peitos castigados em ebulição.
Entretanto em meio a tantas provações
Os corpos reagem às guerras diárias
E se acostumam a reinventar a ordem.
Todo o animado deve a vida
À luz da ilusão de ser eterno
Mas nunca se pode fazer quanto ao fim
Da dor da hora da morte.
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