O excesso:

Estamos transbordando de excesso.
Excesso de ruindade, tristeza e solidão.
Pessoas cada vez mais frias.
Vivas por fora e por dentro, sem ter um coração.

A decepção marca nossas vidas,
Cheia de dor, fome e depressão.
Estamos destruindo a flor do amor
E a afogando-a em pura miséria, sem se preocupar com a futura dor.

A coletividade não existe mais hoje em dia.
O individualismo tomou conta dos humanos.
Tornado-os mais competitivos e sujo
Com os outros próprios seres.

Do que nós necessitamos,
Está cada vez mais extinto.
Sumindo pouco a pouco, como se
A teoria do nada se perde estivesse errada.

Deveríamos transbordar, carinho, beijos e amor, andar pelas ruas, como se fôssemos flor, que colore o mundo com sua cor, sem pedir nada em troca.

Ou talvez devêssemos ser como a lua,
Que toma o tempo dos apaixonados,
Aproveitando o brilho do sol,
E ajudando os necessitados.

Está faltando humildade, responsabilidade e amor, mas enquanto não mudarem, vamos aproveitar a dor e no futuro analisar,
Se essa reflexão funcionou.
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