É, MEU CARO HANK!

Não sou uma prisão
como o velho Hank, ele pelo menos
bebia até babar e fodia qualquer
boceta,

como a daquela ruiva
cujos pelos de baixo eram dsa mesma
cor dos de cima, quando ela o surpreendeu
chamando-o de velho safado.

Mas eu tenho uma prisão,
mais solitária, mais angustiante
ou pelo menos com menos delírios acoóloicos
e antropofágicos,

embora tenha
aprendido dele (Hank) o melhor
dos ensinamentos que tive, lendo tantos
e tantos escritores, poetas
e filósofos:

o mais importante,
neste mundo de coisa alguma
que passa rápido, são as trepadas,
ouvir as gemidas, ver o gozo jorrando
e vento, das beldades entregues,
aqueles sorrisos de fada!
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