Escritas

O VENENO QUE ME DESTE AOS POUCOS TE MATOU!

PÉRICLES ALVES DE OLIVEIRA - THOR MENKENT
Nunca te hás destempo
para simulares novos amores
e vãs abstrações

em terras de sonhos, mortes
e ressurreições;

nunca te hás tempo
para te olhares aos espelhos
de tua casa

e contemplares
as sonolentas sombras
que, ciclicamente,

habitam-te o dissimulado
e avesso cerne.
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