Casa de Chá
Teresa Mariana dos Santos
1 min min de leitura
Nesta pequena casa de chás,
vidros de Sol virados ao Tejo,
Inspiro os cheiros de Ceilão,
Aspiro a outras paragens...
Porque os sonhos são insubmissos até à própria mente.
Porque devo respeito ao que de mais Divino há em mim!
O limite é o que sonhamos e persistimos!
A consciência relembrada nesta chávena de Camelia sinensis,
Aqui, apenas assim.
vidros de Sol virados ao Tejo,
Inspiro os cheiros de Ceilão,
Aspiro a outras paragens...
Porque os sonhos são insubmissos até à própria mente.
Porque devo respeito ao que de mais Divino há em mim!
O limite é o que sonhamos e persistimos!
A consciência relembrada nesta chávena de Camelia sinensis,
Aqui, apenas assim.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.