Feito

Eleva a fulgurante luz,
Sábio tempo em suas portas,
Dança o universo,
Beijando o século em suas seduções,
Presunções de seus criadores.
As casas frágeis,
Percebem a tempestade difusa,
Lágrimas de dor e esperança,
Provações da alma,
Acariciando o corpo em seus medos.
A foice corta a colheita,
Sem importar o fruto,
Apenas o chão que o abrigou,
Dando-lhe o que foi capaz de absorver.
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