O Poeta e o Patrono






Ao Affonso Romana Santanna



Ao meu grande amigo e poeta de todos os tempos Affonso Romano Santanna, que me acompanha sempre nos caminhos da leitura e da escrita.

Primeira, quero agradecer a essa gente querida que nos tem lido e visto como pessoas do outro planeta o que não somos, embora compartilhamos de pensamentos e filofofias que criam a magia na poesia que escrevemos ou temos o prazer de levarmos nas pessoas que nos amam a lua em imaginação. Não quero aqui dizer que somos extraterrestres ou deuses da literatura moderna ou contemporanea, muito pelo contrário somos tão aprendizes quanto os que busca estilos e figuras nas suas civilizações imaginárias em cada escrita.

Affonso, podem até me questionar como temos conversados sobre as nossas criações literárias ou filosoficas, uma vez que se trata de duas pessoas ou personalidades, se é que somos, com formações, profissões bem como culturas e continentes diferentes. Ora não é pragmática a minha resposta aos que procuram lugares em coisas ou coisas em lugares que não existem. Realmente somos formados e exercemos profissões diferentes, uma vez que me Formei em Teologia e sou Funcionário Público e o Affonso é professor, Ensísta, Cronista e formado em Jornalismo. Mas como a literatura não tem limites e nem sabe nada da cultura, raça, civilizações e outras ciências da vida ou da filosofia.

O certo é que temos a tecnológia que nos transforma em mágicos e deuses sem sabermos fazer a mágia e operarmos milagres, não somos ilusionistas, nem somos sonhadores, embora o que nos assemelha aos sonhadores e aos ilusionistas é o minuto que temos para pensar na vida que nos é digna de viver. Hoje tenho a honra de lhe estudar como meu patrono, amanhã alguém me estudará assim como lhe estudo e não importa se me compreenderá assim como não lhe compreendo, porque a literatura é uma profecia e a regra da vida é circular.

Não damos importancias a coisas banais ou a mundos dos egos e ilusionistas mas das vidas e criamos o mundo para esses egos e coisas, por isso que ninguem nos entende ou compreende, porque profanamos verdades aos homens que se deixam cegar com as vaidades e paixões da estagnação mental e intelectual.

Affonso não sei quando voltaremos a falarmos destes absurdos que fazem as nossas vidas serem vidas e lendas de poesias, poemas, cronicas, ensaios e até mesmo entrevista, porque onde cruzam os vulcões há vestigios sugiro que deixemos nossas mentes falare literalmente ao mundo que nos faz sermos nós.

Sanjo Muchanga
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