MORREREI, MAS NÃO MATARÃO MINHA SOMBRA!

Anjos,
anjinhos
sapiens anjinhos como eu,

paralisaram
meus sonhos mais sublimes,
detonaram minhas esperanças
mais firmes,

beberam
de meu suor, de meu sangue
e de meu sêmem derramado em estranhos êxtases
nos gloriosos campos e nos brancos
leitos da terra;

e tais como eu
foram-se morrendo entre erros,
tropeços e autovenenos injetados com imagens
de toda orden, como eu!
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