dói-lhe a recordação...
natalia nuno
tende seu sonho
como se tende o pão
e deixa a alma a navegar
em ondas de espuma
mas dói-lhe a recordação
de tudo e de coisa alguma,
sorri à menina das tranças
dependurada no baloiço
de saia rodada ao vento
a menina que ainda oiço,
na brisa do arvoredo
num quimérico lamento.
já o sonho se esfuma
gargalhadas caem ao chão
acata o destino e em suma;
dói-lhe a recordação...
uma linha azul côr de céu
na palma da sua mão
mistério que aí se esconde
rastos ainda não escritos
que a vão levando pra onde
vai vivendo de seus mitos...
natalia nuno
como se tende o pão
e deixa a alma a navegar
em ondas de espuma
mas dói-lhe a recordação
de tudo e de coisa alguma,
sorri à menina das tranças
dependurada no baloiço
de saia rodada ao vento
a menina que ainda oiço,
na brisa do arvoredo
num quimérico lamento.
já o sonho se esfuma
gargalhadas caem ao chão
acata o destino e em suma;
dói-lhe a recordação...
uma linha azul côr de céu
na palma da sua mão
mistério que aí se esconde
rastos ainda não escritos
que a vão levando pra onde
vai vivendo de seus mitos...
natalia nuno
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