Escritas

Sem querer dizer, adeus!

Márcia Costa
Confuso, deixo-me quedar no silêncio vespertino,
Ruminando das entranhas,
A soledade do sofrer na ruptura.
Entre quatro paredes, um grito mudo.
Sono roubado, sonhos fugidios.
Noite de tormenta, tempestade!
No adeus prematuro, restos de amor pela casa,
Cartas, fotos amareladas...
Lembranças que não se despedem.

Márcia Costa
437 Visualizações

Comentários (1)

Iniciar sessão para publicar um comentário.
joao_euzebio
2012-09-25

Profundo como são as almas que amam e que vivem por ai dentro de uma saudade qualquer. Parabéns