entre ser e não ser nada...
natalia nuno
há sempre uma hora que morre
deixa meu coração ermo
e minha face amadurecida
na solidão...
minhas mãos me parecem alheias
de rabiscos cheias
com poesia inacabada
entre ser e não ser nada.
ao redor a escuridão me cerca,
na mão a bagagem triste
percorro um corredor sombrio
meu tempo se enche de vazio
e frialdade...já nem sei o que existe
sou solidão e saudade!
mais uma hora morta
como impedi-la de passar?!
ouço os passos do tempo,
deste tempo que teima meu sonho
quebrar.
esta hora é tudo que resta
vejo passar os dias um a um
e já nem sei a idade
e como se não restasse nenhum,
meu sonho
permanece na obscuridade.
tudo parou na tarde que morre
parar o tempo como queria!
rente à sombra das àrvores a escuridão
a noite desce, não há saída
morreu o dia,
a noite traz-me o sonho p'la mão
amanhã haverá novo sentido
para a vida.
natalia nuno
rosafogo
deixa meu coração ermo
e minha face amadurecida
na solidão...
minhas mãos me parecem alheias
de rabiscos cheias
com poesia inacabada
entre ser e não ser nada.
ao redor a escuridão me cerca,
na mão a bagagem triste
percorro um corredor sombrio
meu tempo se enche de vazio
e frialdade...já nem sei o que existe
sou solidão e saudade!
mais uma hora morta
como impedi-la de passar?!
ouço os passos do tempo,
deste tempo que teima meu sonho
quebrar.
esta hora é tudo que resta
vejo passar os dias um a um
e já nem sei a idade
e como se não restasse nenhum,
meu sonho
permanece na obscuridade.
tudo parou na tarde que morre
parar o tempo como queria!
rente à sombra das àrvores a escuridão
a noite desce, não há saída
morreu o dia,
a noite traz-me o sonho p'la mão
amanhã haverá novo sentido
para a vida.
natalia nuno
rosafogo
Comentários (1)
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a. oliveira
2018-02-25
muito bom... poema melancólico...
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