Escritas

A fazenda do sossego

Samuel Castro
Vigiam se nas formas de refletir...
Atenuando em montanhas do paralelo...
Arquivando em sangue real...
Um som ressonando angústias...
Que perece fundo do seu além.


Trazendo consigo uma pá de sossego...
Agregando mistos de cores...
Transformando-os em dobro...
Tanta ilusão para prover de um nada,
Que tanto acolhe os desinteressados!
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