DEVIA IR CONTIGO
Paulo Sérgio Rosseto
Devia ir contigo à Ilha de Balruos
Aprender como se governa.
Onde as filosofias afloram no ar
E nas brandas espumas das pedras
Que descolam no cais, convivem e enamoram.
Sei que não se parece às Cidades em que vivemos
Nem às Vilas incrustradas nas rochas como em nossa terra.
Há quem mande e respeita
Amplo em liberdade
Farto em sabedoria
Imerso em abundante compromisso com o sacrossanto
Direito do querer e pensar.
Devia ir contigo
Provar o gosto da ética e o sabor dos costumes
Em doses certas, nas porções exatas
Dados em troca da constância e do progresso
Frutos da evolução natural e perseverança das espécies,
Respeito ao bem público
Prazer nos serviços
Profusa crença e fé na palavra do próximo.
Porém minha fome
Ávida, dolorida e áspera
Desconfia de ti desacreditada em mim.
Aprender como se governa.
Onde as filosofias afloram no ar
E nas brandas espumas das pedras
Que descolam no cais, convivem e enamoram.
Sei que não se parece às Cidades em que vivemos
Nem às Vilas incrustradas nas rochas como em nossa terra.
Há quem mande e respeita
Amplo em liberdade
Farto em sabedoria
Imerso em abundante compromisso com o sacrossanto
Direito do querer e pensar.
Devia ir contigo
Provar o gosto da ética e o sabor dos costumes
Em doses certas, nas porções exatas
Dados em troca da constância e do progresso
Frutos da evolução natural e perseverança das espécies,
Respeito ao bem público
Prazer nos serviços
Profusa crença e fé na palavra do próximo.
Porém minha fome
Ávida, dolorida e áspera
Desconfia de ti desacreditada em mim.
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