Pobre alma lusitana

mari_80s_ana
mari_80s_ana
1 min min de leitura

Pobre alma lusitana a minha
Cheia de fado e amargura,
Chamo Deus como quem bebe
E repousa na cova escura;+

Deixa que te olhe direito,
Os meus olhos já estão embargados,
Se eu pudesse pedir um desejo:
Que eu pereça e morra aos bocados;

Sob o teu sorriso de encantar
Ouvem-se as cantigas da manhã,
A madrugada hoje deitou-se cedo
Só para ti ela poder cantar;

Tão minha, tão somente minha,
Que sem eu saber não é,
Rendo-me a Deus, mas não a ti,
Meu anjo, como poderia?

764 Visualizações
Partilhar

Comentários (0)

Iniciar sessão para publicar um comentário.

Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.