Explosão removida
Eduardo Figueiredo Vasconcelos
Decreto o "Eu" quando consigo explodir o esforço
Na remoção do pensamento e reter-me retrógrado,
Se reactualizo a imensidão do conceito deflagrado
Na vizinhança do juízo cognitivo que não reforço!
Converto-me em algo anónimo no acto de fruição
Ou na conversão favorita da inactividade original,
Mas a fecundidade expansiva do espírito marginal
Contempla o húmus energético na doída destruição!
A ansiedade operativa na ignorância da ontologia
Visa incluir a estrutura existencial da morfologia,
Quando há somente o consenso nefasto e legítimo!
Suponho-me na orgástica dor da alma intempestiva,
Se a inequívoca força experiencial e intersubjectiva
Revê o sofrimento existencial no desprezo marítimo!
Na remoção do pensamento e reter-me retrógrado,
Se reactualizo a imensidão do conceito deflagrado
Na vizinhança do juízo cognitivo que não reforço!
Converto-me em algo anónimo no acto de fruição
Ou na conversão favorita da inactividade original,
Mas a fecundidade expansiva do espírito marginal
Contempla o húmus energético na doída destruição!
A ansiedade operativa na ignorância da ontologia
Visa incluir a estrutura existencial da morfologia,
Quando há somente o consenso nefasto e legítimo!
Suponho-me na orgástica dor da alma intempestiva,
Se a inequívoca força experiencial e intersubjectiva
Revê o sofrimento existencial no desprezo marítimo!
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